Quarta-feira, Março 16, 2011 | 7:20 PM

“SdH” de hoje: “É hora de tentar algo novo"

Praticamente nem entro mais no Orkut (isso explica o fato do desligamento do blog)... De repente bateu uma vontade de ver as atualizações por lá e, quando abro, eis minha sorte. É hora de tentar algo novo.

Ano novo, vida nova; e já que dizem que o ano só começa depois do carnaval, agora é a hora da nova vida. Começar coisas novas é sempre bom, sempre uma experiência a mais. Sair da rotina, ver novas cores, sentir novos sabores. Conhecer novas pessoas e lugares. Se há alguma coisa para a qual não existe hora (além de comprar lã), é tentar uma coisa nova. Isso pode ser feito de manhã ou à noite, em casa ou na rua. Sozinho ou não.

”e por que eu deveria?”

Bom, primeiramente porque o que vale é a experiência. Você já não está cansado da chatice de ter dias todos iguais?

”é, estou, mas e daí?”

Façamos o seguinte: amanhã, quando você sair do trabalho, tire a gravata e vá para casa pelo caminho da praça, e não pelo mais curto.

”tá louca?! Vou chegar quarenta minutos mais tarde e perder o Big Brother!!”

FAÇA.



É comum relutarmos quando pensamos em sair do nosso comodismo diário. Sair do aconchego, do horário programado, das tarefas pré-programadas. Mas será que já passou pela sua cabeça a quantidade de coisas que só não aconteceram porque não estavam fazendo parte da sua agenda?

”você acredita que, enquanto eu tava passando pela praça, encontrei uma caixa com um filhote lá dentro? Maior dó...”

E você o pegou?

”não, minha mulher não gosta muito de cuidar de cachorros e.. Quem foi o líder hoje?”

Tsc.



Eu não gostava de Toddy quando era pequena, assim como não gostava de Ana Maria e adorava manga. Hoje não tomo outro achocolatado, não vivo sem bolinho e como qualquer outra fruta, menos aquela. Já sentiram a sensação de perceber que, de um dia para outro, algo virou gostoso? Que, de um dia para outro, uma pessoa virou feia; um amigo virou colega, uma música virou seu hino, que a pessoa esquisita é super alto astral? Ah, a sensação de descoberta..! Uma certa curiosidade misturada com a vontade de explorar mais tudo aquilo.

“Hoje passei por lá de novo, a caixa ainda estava lá, toda úmida e fria... Achei que aquele cachorro estava morrendo de tanta fome e frio, resolvi pegar. Só não sei o que falar pra minha mulher...”

Já pensou em não dizer nada?

“aí sim que ela briga comigo! Levar o bicho sem nem ao menos uma explicação coerente!”

Pois garanto que ela sentirá o mesmo que você sentiu ao olhar pra ele. Dispensa explicações.



Às vezes a gente até quer fazer algo novo, tomar uma atitude diferente das habituais, mas acaba desistindo porque sempre acha que precisa dar explicações a todo o mundo. Fiz por isso, falei por aquilo, resolvi por tal motivo. Planejar uma novidade faz com que ela, simplesmente, deixe de ser novidade. É claro que não devemos sair por aí fazendo inconseqüentemente milhares de coisas que vêm à nossa cabeça só pra mudar de hábito; mas tomar uma atitude boa, adotar um costume agradável, conhecer coisas novas livrando a cabeça de preconceitos e dogmas... É disso que estou falando.

“Quando eu entrei em casa tentei disfarçar a caixa pra, pelo menos, pensar no que dizer; mas de repente ele deu um latido e ela ouviu!”

E aí?

“Fez uma cara de brava, estava com a vassoura na mão, fiquei até com medo!”

Hm...

“Mas aí ela foi até a sala, perguntou ‘o que é isso?!’, tive que mostrar a ela...”

E ela?

“Olhou a caixa, olhou o bicho... Não disse muita coisa, só me perguntou até quando eu pretendia ficar com ele em casa, e me disse que eu mesmo deveria cuidar dele.”



No começo nós estranhamos. Achamos que não estamos mais sendo quem sempre fomos, olhamos no espelho e quase não nos reconhecemos. É uma sensação diferente, dá a impressão de que crescemos, mas ao mesmo tempo dá a impressão de termos criado outra imagem não tão real de nós. Mas evoluir é isso. Não tente se comparar ao que você era há dez anos, não tente se enxergar fazendo as mesmas coisas que fazia naquele tempo. Se não tivessem surgido novas coisas na minha vida, ainda estaria usando fraldas, brincando de Barbie, andando de bicicleta com rodinhas e escrevendo opção com S. Pensando bem, se não fossem as coisas novas, estaria ainda como estava desde que fui gerada, o que, de certa forma, também é uma novidade.
Então posso lhes dizer que somos feitos e movidos de coisas novas, o tempo todo, a todo instante.

“Hoje, depois de um mês que trouxe o cachorro pra casa, ele já está bem melhor!”

Ah, que bom!

“Fui avisar minha esposa que eu o levaria de volta pra rua, provavelmente levaria para a adoção, e ela não me deixou fazer isso; acredita?”

Sério? Por quê?

“Disse que queria ficar com ele, porque ele fazia companhia a ela quando a casa estava quieta demais... Comprou brinquedos pra ele, uma caminha e até o batizou! Disse que é o mais novo integrante da família agora!”

E como ele chama?

“Bóris... Haha, ela não é muito boa com nomes! Tenho medo de quando nós tivermos uma filha..!”

Bem vindo, Bóris.



Costume. Aceitação. Reconhecimento. Quando percebemos, já estamos acostumados com o tal “novo hábito” que tanto relutamos em aderir. É uma coisa que passa a fazer parte de nós, nos acrescentando mais algo em meio a tudo isso que já somos. Pode ser um ato grandioso ou uma singela mudança, não importa. Desde que saibamos reconhecer que é hora de mudar, de deixar coisas passadas para o passado e abrir caminhos para coisas que poderão chegar. Não é fácil, principalmente quando essas “coisas passadas” nos remetem a pessoas, lugares, sensações e sentimentos que só existem ali, na nossa memória. Mas não digo que deixar isso no passado é apagar, mas sim reconhecer e aceitar que o que passou -felizmente ou não- passou; e respirar fundo para dar o que pode ser o mais importante passo para construir seu futuro.


--

A profecia: Não pensem que eu sou uma máquina de novidades, uma máquina de deixar o passado para trás. Em nenhum momento disse que é fácil fazer tudo isso, que é fácil se doar inteiramente para uma coisa com a qual não convivemos.Certamente precisarei reler este texto mais umas doze vezes para respirar fundo e abrir mão da única “coisa” que ainda me prende e que não me deixa tomar essa atitude. Que me traz o passado todos os dias para o meu presente. Mas sei que estou tentando, dia após dia, lentamente; e isso já me deixa um passo mais perto das minhas tão esperadas coisas novas.

Arrume um trabalho, pinte o cabelo, conheça um novo amigo, invente uma nova paixão, cozinhe uma nova receita, assista a um show, ajude quem precisa, estenda a mão a quem caiu! Não importa o que você tente; sendo para uma coisa benéfica, qualquer novidade é sempre bem vinda!

Já deu bom dia àquela sua vizinha estranha hoje?


Au revoir mes amis!

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Segunda-feira, Novembro 08, 2010 | 5:51 PM

“SdH” de hoje: “O maior erro na vida é ter medo de errar"

Ahhh mas que desgraça! Quando nós estamos numa boa querendo uma Sorte que nos faça perceber o quanto a vida é bela e feliz, isso nunca acontece. Mas a situação muda completamente quando nós estamos nos sentindo meio "pra baixo". Parece tudo combinado, pra nos deixar ainda mais abalados. De qualquer maneira, deixem-me parar de levar este texto para minha vida pessoal (como já ocorreu outra (outras?) vez.) e começar a escrever o que eu vim escrever.

Concordo em partes com essa Sorte. Digo 'em partes' porque, sim, devemos deixar de abrir mão de nossas vontades por medo de errar; mas não acho totalmente benéfico deixar o medo completamente de lado, assim, o tempo todo. Se não há medo, normalmente não há uma pré reflexão, não há uma medida de prós e contras.

Para tentar ser mais clara, por assim dizer, aqui vai meu exemplo tolo: imaginem que, de repente, as pessoas deixassem de ter medo de se machucarem ou até mesmo de morrer. Vejam bem, elas não querem morrer, apenas não têm medo. Um sujeito que está instalando uma antena no alto de um sobrado termina o serviço, olha para baixo e simplesmente resolve pular do telhado (ao invés de descer as escadas) para chegar mais rápido ao chão. Ao realizar tal proeza, ele quebra alguns ossos, cai sobre um bloco de cimento e bate a cabeça, além de ter um dos olhos atingido pela quina deste mesmo bloco. Ele não tinha medo de se machucar.

Sei que é um exemplo exagerado, mas apesar de tudo ele exemplifica bem o que estou tentando dizer a vocês. O sujeito não pensou duas vezes antes de pular de lá de cima simplesmente porque não parou para medir as consequências que aquilo poderia trazer, os riscos que ele estava correndo. Pulou.

A falta de medo nos traz segurança, nos deixa confiantes. Não que seja ruim sentir-se assim, mas a segurança e a confiança trazem uma certa cegueira, uma inconseqüência. É muito bonito pensar "novelisticamente", imaginar que devemos parar de temer qualquer tomada de atitude e fazer o que nos der na telha, atingindo um nível cósmico de felicidade e satisfação pessoal. Mas (permitindo-me ser estraga-prazeres) devo dizer que isto não existe, não existiu e não existirá. Você pode ser feliz se deixar de ter medo de baratas ou de monstros que moram dentro do seu armário; mas a partir do momento em que suas atitudes dependem de uma ou mais pessoas, esqueça.

Não digo para vocês deixarem de fazer o que têm vontade, mas estou dizendo que sou a favor de transformar o medo de errar em cautela. Cautela não é sinônimo de covardia, cautela é conseguir pensar em si antes de correr riscos. Se você precisa tomar uma atitude em relação a seja lá o que for, cabe somente a você ponderar os riscos que você corre e os benefícios que você pode ter. E cabe somente a você, também, tomar consciência de que você é humano e pode, sim, errar e acabar se machucando.

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A profecia: Errar e machucar-se são coisas que acontecerão muito na sua vida, na minha, na de todos. Mas não deixe de viver por causa disso, não se tranque no banheiro por cinqüenta anos. Saia! Viva! Apenas não se deixe cegar pela ansiedade, pela segurança, pelo impulso. Antes de tomar uma atitude, pare para pensar nas consequências que ela trará para a sua vida e para a dos outros. E seja feliz.


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Peço desculpas pela falta de atualização, mesmo. E agradeço aos puxões de orelha que venho recebido pelo Formspring (obrigada, Anônimo das Broncas!), que me fizeram respirar fundo e atualizar os blogs. Aliás, o Kinha em 7 Dias está atualizado também! Não deixem de comentar (aqui e lá), os comentários são muito bem vindos e ajudam bastante a cada atualização dos blogs!

Beigos, jatos!1 ;)

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Quarta-feira, Outubro 14, 2009 | 2:09 AM

“SdH” de hoje: “Hoje você vai ver um biscoito da sorte que você nunca viu antes"

Não, não tenho uma filosofia ultra profunda sobre isso e, muito provavelmente, nem uma lição de moral. Mas eu não poderia deixar essa sorte passar em branco, não essa, não nesse momento. Se for certo, peço desculpas desde já; mas preparem-se para o post mais pessoal do SdH.

O Orkut finalmente acertou em cheio. Não é modo de dizer, não. Realmente estive envolvida com biscoitos da sorte. Aliás, com um só. Pimba! Ponto pra ele.

Mas, além do biscoito em si, físico, posso considerar o termo como um sinônimo de "algo novo", "surpresa", não sei bem. Algo que venha para mudar o que já existe. E, ainda assim, o Orkut leva a melhor. Passei por mudanças um tanto bruscas nos últimos tempos!

Pra completar o combo, posso dizer que o biscoito físico está diretamente ligado com essas tais mudanças. Yeah!

Tudo bem, tudo bem, podem dizer que mudanças sempre acontecem. E eu concordo. Mas há aquelas mudanças que, de certa forma, você já espera, e aquelas que pegam você de surpresa, ainda de pijamas e pantufa. Sem nem dar tempo para você arrumar o cabelo.

Essas mudanças repentinas estavam meio ausentes pra mim, confesso. E quando aparece uma, caboom! É uma senhora mudança.

Amarrando um pouco (antes que eu comece a tagarelar desembestadamente), eu vi um biscoito da sorte que nunca tinha visto. Um biscoito que não se resume apenas a um papel dentro de um pouco de massa. Um biscoito que não começa na letra maiúscula ou acaba no ponto final. É algo estrondosamente maior que isso.

É um biscoito que, num estalo, me fez sentir um dos piores choques que já tive. Que fez meu lado quieto se agitar mais que jabuticaba no liquidificador (ahahahah QQQ). E então, num outro estalo -às vezes penso até que foi ao mesmo tempo-, me fez levantar e (re)agir. Perceber o que valia a pena. Que me fez descobrir que posso mudar algo. Que posso mudar a mim mesma.

O biscoito que foi meu primeiro olhar cheio de vida em um ano. Que, comprovando o que dizia em seu papelzinho, me mostrou que "interesses comuns levam a uma forte aliança". E até me fez acreditar em uma possível conspiração do universo! Haha!

Conspiração positiva, claro!

Amarrando mais um bocado, eu não só vi, mas também senti e presenciei o que eu não tinha visto antes. E vocês não fazem idéia de como isso tudo me fez e, logicamente, continua fazendo tão bem!

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A profecia: Seu "biscoito da sorte" não precisa, ser necessariamente, feito de massa e com um papelzinho dentro. Aproveite as mudanças inesperadas para descobrir coisas incríveis. É só o que tenho a dizer, dessa vez!

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Sábado, Setembro 26, 2009 | 1:36 AM

“SdH” de hoje: “A pessoa que lê sua sorte não está se sentindo bem. Esperamos que você esteja.
A pessoa que lê sua sorte está doente. Seja saudável.
A pessoa que lê sua sorte está se casando hoje. Deseje a ele boa sorte!
A pessoa que lê sua sorte foi demitida. Enquanto não contratamos outra, visite o álbum de um amigo
A pessoa que lê sua sorte está de férias. Não sabemos o que dizer… Visite o perfil de alguém
"


Sabem... Estou me sentindo bem. Estive tomando antibiótico nessas duas semanas que se passaram, ou três, sei lá. Mas hoje já me sinto bem melhor !
Também visitei vários albuns de vários amigos e, consequentemente, o perfil de cada um deles.

Desejo boa sorte ao meu querido guruzinho que banca boa parte desse blog, e espero do fundo do meu pâncreas que ele volte sem nenhum arranhão.

Talvez agora a minha ausência tamanha tenha sido, ao menos, parcialmente explicada. Do mais, tive muitos trabalhos do técnico e muitas horas de sono perdidas. Estou voltando ao normal, tentando, tentando !

Mas, sobre as SdHs, talvez seja um sinal de boa sorte. Assim espero. Ou talvez não seja sinal de nada, acredite no que quiser !

Considerem como um pequeno feriadinho que tivemos, e voilà!


A profecia: Se, um dia, a pessoa que lê sua sorte simplesmente sumir, continue vivendo do mesmo jeito de antes. Simples assim.

Beigoles, amicos!

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Segunda-feira, Agosto 10, 2009 | 9:44 PM

“SdH” de hoje: “Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final"

-*-
É. Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas pelo pequeno abandono do blog. Tive alguns probleminhas aqui, comigo, então estou meio que sem fazer minhas coisas habituais. Agora sim, comecemos o post.
-*-

Tenho duas perguntas a fazer pra você, que está aí lendo tudo o que eu escrevo (poxa, obrigada mesmo!).
A primeira: você já se sentiu arrependido de algo que você tenha feito/de uma relação mal começada/de um mal entendido?
A segunda: já teve vontade de voltar no tempo e começar tudo de novo, apertar o start, dar um skip intro, fazer uma limpa em tudo o que você fez e deixar só os seus "sucessos"?

Eu já tive. Minha resposta é positiva para as duas perguntas. Às vezes reclamo com os quatro ventos porque ainda não inventaram a bendita (?) máquina do tempo (e se inventaram, guardaram segredo!). Grrr!

Me resta o conformismo. "Não posso voltar no tempo, preciso aprender isso!".

Tomando rumo na prosa, o que quero dizer é que, me desculpem a franqueza, você não pode voltar no tempo pra desfazer aquele mal entendido. Assim como também você não pode piscar os olhos e desfazer aquela má impressão que você, precocemente, teve de alguém, e que acabou com uma relação que mal tinha começado e que poderia ser a melhor relação da sua vida.

Calma, calma, não me batam!

Sabe aquele moleque que era super legal, que pediu pra ficar com você e você deu um pé nele só porque ele não era o mais gatinho da escola? Éééé, minha amiga... Hoje, depois de 5 anos, ele está lindo, se veste bem, tem uma cabeça ótima, é um cara cuidadoso e continua super legal. Ah, e nem lembra de você.

Não, calma, enxuga essas lágrimas aí, colega!

Como resolver isso tudo, então? Não tem como voltar e tascar uma bitoca no rapaz!

Aí que entra nossa querida amiga SdH! Voltar ao início está fora de cogitação, então nos resta, a partir de agora, prezar um bom final. Aquela má impressão, aquele julgamento que você fez sobre alguém sem nem dar chances de defesa pode ser consertado com um pedido de desculpas.

Oooooh!

Não, amigos! Não é feio reconhecer um erro! Tentem, vocês vão ver!

Saca aquele amigo que fez você pagar o maior mico no bar, quando você tava tentando ganhar AQUELA gata? E, por causa disso, você brigou com ele e vocês se afastaram?
Você não pode voltar ao bar e se encontrar na mesma situação, não pode fazer com que ele te ajude ao invés de te atrapalhar. Mas pode rir da situação toda! Oras, você não morreu por causa dela, vocês nem se conheciam! Ainda existem chances de ela ter ficado ranzinza e fútil!

Fale com ele, lembre da situação toda e ria, ria e perdoe. Vai ver ele até te tirou de uma roubada daquelas!

---

A profecia: Não fiquem se remoendo por algo que já passou. Não se culpem durante anos por um erro cometido em poucos segundos. Não vai adiantar nada. Simplesmente pare, pense, reflita. E conclua que os erros, normalmente, nos ensinam muita coisa; só precisamos aprender a aproveitar essa situação toda. Fez burrada? Chore. Chore por minutos, por horas, por dias. Coma uma panela inteira de brigadeiro, fique de pijama o dia inteiro, ligue para seu melhor amigo e faça com que ele te escute choramingar por horas seguidas. Mas depois disso tudo, respire fundo e siga em frente, procurando evitar que tudo aconteça de novo (é claro que a panela de brigadeiro e o pijama estão liberados!).

-
Beijotas na testa, amigos.

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Quinta-feira, Julho 16, 2009 | 1:23 AM

“SdH” de hoje: “ Envelhecer não é tão ruim quando se pensa nas alternativas
*Sorte tirada pelo Marlon, um dia desses...

Bom. Achei super pertinente fazer esse post, já que dia 24 é aniversário do Marlon e ele não para de afirmar que não quer fazer seus 20 anos. E, só de "brincanagem", o Orkut resolve mandar essa sorte pra ele nesses dias.

Acredito que a frase já seja bastante auto-explicativa, mas mesmo assim vamos lá. Se você também está em pânico total porque está ficando mais velho, amigo, então mantenha a calma! Porque nós do SdH (por que as pessoas têm mania de falar "nós" ao invés de "eu" quando trabalham sozinhas?) vamos provar (ou, pelo menos, tentar...) que pode não ser tão ruim assim!

Antes de começar a falar escrever, escrever e escrever, acho que seria interessante deixar aqui os motivos pelos quais o Ma tem tanto receio de ficar velhotinho!

-
Kinha diz:
Por que você não quer fazer 20 aninhos?

Marlon diz:
porque tipo
eu não estudo, não gosto...
eu não to trabalhando, porque o último foi desgastante
e agora que to parado, é como se eu tivesse congelado, profissionalmente falando
e eu não to pronto pra encarar as responsabilidades da vida
tipo
sei lá
o tempo vai passando a gente tem que ir evoluindo po
com 20 anos eu to aqui parado, fazendo nada
eu não quero crescer, eu queria ficar desse jeito
é isso


{posting. . . } | Kinha diz:
entendo
:~

-

É... Acho que todo mundo tem esse receio e essa vontade de não crescer, né? Eu também tenho muitas vezes!
Mas é como diz a frase. Não é tão ruim quando se pensa nas alternativas.

Mas que alternativas?
Você precisa estudar, estudar e estudar. Isso é o que seus pais falam pra você durante boa parte da sua vida. Aí, você pode escolher entre dois caminhos: Estudar o que você gosta ou estudar o que eles querem que você goste. Duas alternativas.
Depois, você precisa trabalhar, trabalhar, trabalhar. Trabalhar para se sustentar e comprar suas coisas. Precisa escolher um trabalho que não faça você arrancar os cabelos de nervoso, já que não acredito que valha a pena se estressar tanto por causa de trabalho. Tem gente que fica até doente por causa da pressão!
É claro que trabalhar é importante, mas viver também é. (Y)

Eu sei que já andei fazendo muitas escolhas durante esses 18 anos, e sei que tem muito mais escolhas pela frente. E quanto mais o tempo passa, mais difícil fica. Por isso acho que tanta gente não quer envelhecer. Responsabilidades, trabalho, falta de tempo, pressa para conquistar as coisas... Isso tudo pode ser um pouco menos desgastante se você combina com um pouco de tempo livre dedicado a você. Vou contar uma breve historinha:
-
Quando eu era criança, não via a hora de ter 12 anos. Achava um número bonito e achava que eu seria A "toda poderosa" quando chegasse nessa idade. Fiz meus 12 anos e percebi que tinha crescido. A escola estava ficando mais puxada e os assuntos com minha amiga (3 anos mais nova, acho) já se conflitavam. 3 anos! Brincamos juntas desde que nos conhecemos por gente, mas quanto mais o tempo passa, mais longos parecem esses 3 anos de diferença. Bom, cresci mais, fiz meus 14, meus 15 anos. 15 anos, a idade que normalmente marca a vida de todo mundo, principalmente das garotas.
Percebi que eu tinha um namorado (ops), que eu ia no shopping com meus amigos e que trocava mais confidências com eles do que com qualquer membro da família. 16 anos, 17.
Acho que a maioria lembra de quando eu ficava falando "não quero fazer 18 anos, não tenho cara de 18 anos!!"... De fato, continuo achando que não tenho, mesmo. Mas percebi que tenho 18 anos e que isso não tirou de mim aquele espírito de criança, que adora sair correndo por aí, dar risada, comer doces e brincar.

É claro que se nós compararmos meus, sei lá, 12 anos com meus 18, muita coisa mudou! Antes eu gastava minhas moedinhas com doces, hoje gasto com maquiagem (embora quase não tenho usado ultimamente, rs). Antes eu brincava de boneca e hoje eu faço um curso técnico e tento me decidir o que fazer da vida. Agora tenho aquela pressa toda pra fazer um vestibular, pra me dar bem na vida. Já me vem pela cabeça aqueles medos de "onde será que eu vou trabalhar?" ou aquela típica frase "meu deus, preciso do meu próprio dinheiro, acho que tá na hora de arrumar um trampo e sair da vadiagem".
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Percebem? Você não pode se proibir de envelhecer, mas pode tornar isso uma coisa gostosa. Fez 18 anos? Ao invés de perder o tempo livre resmungando que a vida é uma droga e que escola/faculdade não leva ninguém a nada, e que todos os professores são criaturas demoníacas que só servem pra te assombrar, vá ao barzinho com os amigos e assista a um show à noite! Tá desesperado porque tem que trabalhar? Aproveite o tempo livre para matar a saudade dos amigos ao invés de usá-lo para reclamar do chefe!

Eu descobri que posso fazer 12, 15, 18 anos e conviver com as responsabilidades sem precisar deixar de fazer aquilo que me agrada. A diferença é que preciso moldar os horários para isso!

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A profecia: Não gaste seu tempo pensando em como você gostaria de ser do jeito que você é atualmente por todo o resto da sua vida. Já parou pra pensar em quantas vezes você já disse pra alguém "esse é o melhor dia da minha vida"? Ou então, já percebeu que quando você tem vontade de voltar no tempo, você lembra de mais de uma época da sua vida?
Eu gostaria de voltar no tempo até ser criança de novo, mas gostaria de voltar no tempo pra estudar no Einstein mais uma vez. Assim como gostaria de voltar no tempo e viver todos os momentos que me fizeram pensar "estou viva, e isso é muito bom!".

Crescer não é ruim. Crianças, não se vistam como "mini peruas". Não aprendam a usar sombra e gloss antes de aprenderem a se limpar no banheiro.
Homens, sejam responsáveis. Mulheres, não disputem a vida com a sua própria filha.

Aproveitem seus 7, seus 18, seus 25, seus 30, seus 40, seus 85 anos! E façam cada um dos dias ser o melhor dia da sua vida.

-
Sorte pra todos e, Marlon, por mais que você não queira fazer seus 20 anos, lembre-se de que estaremos com você o tempo todo, e todos nós cresceremos juntos, ao mesmo tempo. O que faz com que, mesmo que passem 10 anos, a gente conviva como se tivessemos sempre a mesma idade.

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Terça-feira, Junho 30, 2009 | 8:41 PM

“SdH” de hoje: “ A melhor maneira de se encontrar é se perder em benefício de outros

Talvez eu não tenha entendido essa frase muito bem, mas no meu ponto de vista ela é meio cilada. A impressão que tive ao ler essa sorte foi a mesma impressão que eu teria se alguém me dissesse "olha, se você quer ser alguém de verdade, faça o impossível pelo bem... dos outros.".

Não que fazer bem aos outros é ruim, longe de mim dizer isso... Mas sei lá, a frase me pareceu extrema demais... Como se você só pudesse ser importante se fizesse tudo e mais um pouco por alguém. Mas e o benefício próprio? Não seria digno lutar para satisfazer a si mesmo? Para satisfazer a própria vontade? Dá pra fazer isso sem prejudicar ninguém, então as outras pessoas também estariam sendo, de certa forma, beneficiadas.

Acho que já estou "gasta" demais, talvez eu esteja passando por aquela fase em que só enxergamos o lado frio das coisas. Digamos que eu já provei dessa sorte e, honestamente, não apreciei muito o sabor. Não sei nem se eu não gostei ou se eu enjoei de tanto ter provado. O fato é que não concordo mais com "se dar inteiramente pros outros é garantir uma felicidade própria". Pelo menos acho que há outros meios de se conseguir isso sem se vender tanto.

Gente, acorda! Passar do próprio limite, se cegar, se calar pelos outros? Sim, porque isso, ao meu ver, é que é "se perder". Perder o controle, perder a autoridade de si mesmo. Desde quando a gente se encontra fazendo isso? Aliás, o que seria se encontrar? Talvez olhar no espelho e dizer "esse(a) sou eu, e eu sou assim!"? Mas e quando a gente se perde em benefício de outros e, no final das contas, a gente olha no espelho e percebe que já não tem mais ninguém ali? Que é só um corpo perdido de si? Vale mesmo a pena? Aposto que não.

---

A profecia: Quantas de mim existem por aí? Não completas, não por inteiro, mas aos pedaços? Já me perdi muitas vezes de mim e, na hora de voltar pra casa, um pedaço sempre continuava solto, vagando, sabe-se lá por onde (talvez eu até saiba onde estão alguns deles. Distantes demais para buscá-los...). A melhor maneira de se encontrar não é se perder por outros, mas conseguir ser feliz e fazer alguém feliz tendo plena certeza de quem se é, sem precisar fugir de si mesmo.

Não abram mão de seus sonhos e de suas vontades pelos sonhos e vontades de outra pessoa. Não temos certeza de nada, a não ser de que nós somos, independente de qualquer coisa, eternas companhias de nós mesmos.


Toda a sorte do mundo pra vocês nessas férias, e desculpem-me pela demora (estive precisando bastante de sorte e paciência para os trabalhos de final de semestre...)!

em francês pra ficar mais chique
Gostou?! Quer comentar? Então clique aqui e comente no Guestbook! :D (se aparecer alguma mensagem de erro, volte para mudar a sequência de segurança e poste de novo. Caso seu comentário apareça mais de uma vez, não se preocupe, eu apagarei um!)

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Segunda-feira, Junho 08, 2009 | 12:00 AM

{cores, cores} Zinha | psh | Olha la hein!!!! diz:
responda rapidamente:
você ganha presentes todos os dias?
(sim ou não)

Marlon diz:
não

{cores, cores} Zinha | psh | Olha la hein!!!! diz:
agora pense e reflita antes de responder:
você tem certeza que não ganha presentes todos os dias?

Marlon diz:
não
eu penso em tudo que eu tenho
e todas as pessoas
e esse brasiu bunitu

fico grato
e feliz
sim

-_-_-_-

{cores, cores} Zinha | psh | Olha la hein!!!! diz:
responda rapidamente com "sim" ou "não":
você ganha presente todos os dias?

| Fillippe | http://fillippechiniara.blogspot.com | Yay \o/ | diz:
não

{cores, cores} Zinha | psh | Olha la hein!!!! diz:
agora reflita e pense o quanto quiser antes de responder:
você tem CERTEZA que não ganha presente todos os dias?

| Fillippe | http://fillippechiniara.blogspot.com | Yay \o/ | diz:
q
sei lá rs


-**-**-**-

Pois é. Pelo começo do post vocês já devem ter percebido sobre qual SdH estou falando. Não?! Oh...

“SdH” de hoje: “Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote"

Quis começar esse post de uma forma diferente, mesmo porque ele passa uma idéia meio "bruta" demais. Não que "bruta" seja a palavra ideal, mas foi a primeira que me veio na cabeça hsioahsoahioas ;D

O problema é que, como já era de se esperar, discuti sobre isso com o Berts uma vez e tanto ele quanto eu chegamos à conclusão de que, do modo que a frase está escrita, a impressão que dá é que fazemos isso de propósito. Coisa que não concordo.

Quis deixar minha opinião mais clara fazendo essas perguntas no MSN, com as pessoas que estavam conversando comigo no momento. À primeira vista você nunca percebe nada, sempre acha que seu dia é igual ao anterior e que o dia seguinte será igual ao de hoje. Acha que não acontece nada pra mudar, que você tá sempre numa situação ruim.


"{cores, cores} Zinha | psh | Olha la hein!!!! diz:
responda rapidamente com "sim" ou "não":
você ganha presente todos os dias?
| Fillippe | http://fillippechiniara.blogspot.com | Yay \o/ | diz:
não"


Mas aí você para pra pensar melhor e percebe que pequenas coisas que acontecem com você todos os dias mudam, sim, sua vida. Que se aquela coisinha mínima, que parece tão sem importância, não tivesse acontecido, talvez até o final do dia você não tenha dado aquela risada que poderia ter mudado seu humor.

"Marlon diz:
não
eu penso em tudo que eu tenho
e todas as pessoas
e esse brasiu bunitu

fico grato
e feliz
sim
"



Bom... O ponto que quero chegar é que, sim, muitas vezes deixamos "presentes" passarem despercebidos por nós. Mas não acho que isso seja proposital, não em todos os casos.
Uma pessoa pode se fechar tanto no seu mundinho, só naquilo que ela quer e que interessa pra ela, que ela recebe a caixa mas simplesmente dispensa. Talvez porque a cor do embrulho não a agrade ou porque veio sem remetente. Nesse caso é proposital. Se a pessoa não está interessada em se dar uma chance, em conhecer coisas novas, em se deixar surpreender, então por mais que ela receba caixas e caixas de presente ela sempre abrirá somente aquela que ela já conhece, que já viu, que já sabe o que tem dentro.

Aí você pode considerar várias coisas. Esse "pacote da mesmice" pode ser uma pessoa, uma ação, uma palavra. Pode até ser algum tipo de sentimento.

Imagina quantas coisas boas (e ruins) ela deixou passar sem nem tentar abrir!

O motivo mais óbvio, acredito eu, é o medo. Medo de pegar um pacote desconhecido e abrir, sem nem ter idéia do que está lá dentro. Pode ser um bichinho de pelúcia ou uma bomba, afinal! Pra que arriscar?!


Agora, falando dos casos que não são propositais, acho que todos nós passamos por isso. Eu posso ter deixado dezenas de "presentes" passarem por mim só hoje, e nem percebi. Acho que todo mundo tá tão acostumado a ver sempre a mesma coisa, a esperar sempre as mesmas reações das mesmas pessoas, que quando aparece algo diferente passa despercebido pelo nosso olhar. Não porque queremos, mas simplesmente porque nos acostumamos com a mesma paisagem de sempre.

Tá aí a diferença. Acho que os dois casos são ruins, uns menos e outros mais, mas ambos ruins.

Não acredito que a cautela excessiva ajude. Não deixar que alguma pessoa te surpreenda com medo de que ela te chateie, não fazer algo com medo de que você se arrependa depois, não dizer algo para alguém por medo de ser reprimido. É claro que temos que pensar bem antes de fazer certas coisas, mas deixar de fazê-las por medo?! Não acho que valha a pena.

Assim como habituar sua visão, sua percepção de mundo, a enxergar sempre as mesmas coisas também pode ser ruim. Há um certo comodismo, sei lá. Talvez a correria do dia-a-dia faça isso conosco, não nos deixa observar melhor o que tem ao nosso redor. E aí, não olhando direito, deixamos passar um abraço que não foi dado, uma palavra que não foi dita, uma ação que não foi feita.

-
Um exemplo que lembro que citei pro Berts:
Quando eu ia pro shopping e ficava sentada na graminha do estacionamento olhando pro nada, sempre via as pessoas passarem na calçada. Todas sempre sérias, todas concentradas naquilo que devem comprar, talvez. Mal olham pro lado, pra pessoa que está passando na outra calçada, nada. No campo de visão, só o chão, a entrada do shopping e, algumas vezes, uma ou outra pessoa que cruza o caminho de outras pessoas por estarem igualmente cegas distraídas.
Percebem quanta coisa a visão dessas pessoas excluiu automaticamente? Outras pessoas que passam pela calçada, o outro lado da rua, se o tempo está ou não nublado, se o dia está mais avermelhado ou mais azulado. São detalhes que passaram a não importar pra muita gente. Eu estava ali, olhando tudo. Vi como o céu estava, vi como as árvores estavam, vi se estava ventando. Graças a isso pude compartilhar, por menor que tenha sido o tempo, a alegria de uma garotinha que saiu rindo do shopping e olhou pra mim, me fazendo rir com ela. Será que quantas pessoas mais enxergaram essa mesma menininha?

-
Resumidamente?

Há aqueles que não abrem o pacote por medo do que possa ter dentro e, também, aqueles que não abrem porque já se habituaram a achar que não ganham mais presentes.


---

A profecia (pra não ficar maior do que já está!): Se um pacote de presente passar por você, não tenha medo de abrir. Presentes bons nos fazem feliz, nos fazem sorrir. Presentes ruins nos ensinam muito sobre nós e sobre as pessoas que nos presenteiam com eles. Se você não consegue mais ver esses pacotes, amplie sua visão. Preste atenção nos detalhes simples, nas pessoas, nas cores, no som. Você pode descobrir muitos presentes valiosos no meio disso tudo!

-
E você? Se recebesse uma caixa enorme, bem embrulhadinha e com um laço, rasgaria o papel ou mandaria de volta aos Correios?
Prefere a angústia de nunca saber o que tinha dentro ou prefere saber que você tentou, se sujeitando a 50% de chances de erro e 50% de chances de acerto?

-
Surpreenda-se. Com você e com os outros.
Sorte pra todo mundo, sempre! :D

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Segunda-feira, Maio 25, 2009 | 7:52 PM

Segundo post! Arrisco-me a dizer que o blog teve um começo positivo, me senti motivada e espero que continue assim! :)

Antes de começar, quero agradecer aos meus amiguinhos, que têm me dado um apoio muito bacana com esse novo blog! Marlon, Duh, Amanda, Berts, Henri... Por mais que o tempo esteja corrido para todos nós, saibam que vocês são pessoas muito especiais pra mim! Obrigada mais uma vez pelo apoio, e precisamos nos ver!!!
Ah, e continuem sendo legais comigo, continuem visitando esse humilde espaço. E espalhem para seus amigos e vizinhos! Haha!

Quero, também, pedir desculpas sobre o sistema de comentários. No meu blog, o sistema de comentários é o Haloscan antigo. Só que a Haloscan passou para o sistema da “Js-kit”, ou algum nome parecido com isso e, sinceramente, ficou uma droga. Pelo menos no que se trata de blogs. Eu não sei, mas caso alguém saiba se é possível continuar com o sistema antigo, agradeceria pela informação! Procurei outros sistemas, mas nenhum me funcionou. Então tive que apelar para o Guestbook, mesmo. É meio ruim porque não separa os comentários por posts, mas pelo menos funciona e tem bastante espaço para escrever (então escrevam, escrevam!!). Além de datas, o que me facilita na hora de descobrir quando foram escritos, :P. E prometo responder todos os recados ou lá mesmo ou aqui nos posts^^!

Bom, chega de blábláblá!

---*---

“SdH” de hoje: “O melhor presente que você pode dar é um abraço: ele é tamanho único, e ninguém vai se importar se você quiser devolvê-lo

Hoje voltei da natação e entrei no Orkut, e daí me deparei com a “SdH” acima. Eis aí uma frase que faz sentido! Uma das poucas, mas enfim...
Aí fiquei pensando nela... De fato, concordo completamente, e acho que isso já era de se esperar... :P

Tem dias em que você acorda numa animação tamanha e sai abraçando todos que cruzam seu caminho: sua mãe, seu gato, o vizinho da casa da frente e até mesmo o tiozinho da padaria. Além dos amigos, é-cla-ro!
Abraço de amigo é bom demais! E quando você tá “animadão”, então...! É abraço com risada, com fofoca, abraço com piada.
Mas, convenhamos... Nem todos os dias acordamos nesse pique. Às vezes a gente já levanta com o astral meio abalado, sem motivo aparente. E aí fazemos as coisas meio que no “piloto automático”, procuramos alguma coisa que faça com que essa apatia passe.
Na minha mais sincera opinião? Há dias em que tudo que eu preciso é de um abraço. Nada de presentes, nada de deveres de casa, nada de puxa-saquismos. “Só” um abraço. Entre aspas porque nunca, jamais considerei um abraço como uma coisa pouca. Vocês, provavelmente (se ainda há sensibilidade no mundo Q), concordarão comigo se eu disser que nada se compara ao abraço sincero de/em alguém que você gosta. Sim, afinal pra ser bom precisa ser sincero. Apertado, tímido, demorado, consolador, em grupo. Independente do tipo, é sempre único. Desde que sincero.

Pra abraçar não precisa ser namorado, não precisa ser da família, às vezes nem precisamos conhecer a outra pessoa. Abraço aproxima, intensifica, gera cumplicidade.

Vou contar uma breve historinha sobre minha vida (ooooh, não, lá vem a ladainha..!). Prometo ser breve e objetiva!

~> Algumas pessoas me perguntaram, em algum momento distante da minha vida, por que raios eu nunca beijava a pessoa com quem eu estava. Eu ri (afinal, não era verdade!), mas expliquei tudo depois. É óbvio que eu acho o beijo importante, importantíssimo! Não vou ser hipócrita e nem doida (:P) de dizer que eu não gosto de beijo. O que acontece é que, pra mim, um único abraço vale mais que muitos beijos, entendem? Eu me sinto mais reconfortada, mais segura, mais próxima, mais tocada num abraço que num beijo. Me sinto mais companheira num abraço que numa outra carícia, que seja. Desde que me conheço, sempre fui muito sensível a abraços. O beijo faz falta, sim! Uma relação sem beijo não é uma relação, eu acho. E é claro que não estou falando só de uma relação namorado-namorada. Vale pra tudo, pra amigos também. Aquelas bagunças de amigos são indispensáveis, mas quer coisa mais tocante que um abraço de algum deles? Ou de todos eles ao mesmo tempo! Eu sei que vou ficar dando voltas e voltas e vou acabar não explicando direito, porque não é uma coisa fácil de explicar (nem sempre conseguimos explicar o que sentimos, não é?). Resumidamente? Acho, sim, o abraço o gesto mais simples e mais único que existe.



Nunca tinha tirado essa Sorte de Hoje em alguma outra vez, e fiquei muito contente ao ler. E, fico muito feliz por isso, hoje abracei as pessoas que gosto. Com ou sem motivo.

Bah! E precisa de motivo pra abraçar alguém?! Deixa de frescura e dá cá um abraço!!!

--

A profecia: O beijo, o sexo e as carícias aproximam dois corpos e mexem conosco de maneira única. O abraço, por sua vez, sela definitivamente duas almas e nos dá a melhor das oportunidades: fazer um amigo. (Pelo menos ao meu ver!)


Até a próxima sorte!

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Quinta-feira, Maio 21, 2009 | 6:10 PM

Welcome!

Está se iniciando mais um blog random desse universo gigante chamado de Internet. Ou seria “internerd”? Que seja.
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Estive pensando muito nessa proposta essa semana... Em criar esse blog...
Pra deixar melhor explicado, a intenção que tive ao bolar essa idéia foi única e exclusivamente “refletir” sobre as famosas frases de “Sorte de Hoje” do Orkut. Não que elas façam muito sentido (na maior parte do tempo não fazem, mesmo) ou que tenham poder de mudar a vida de alguém (nunca aconteceu comigo, pelo menos), mas é que algumas vezes já me deparei com frases que me fizeram pensar. É, amigos. Pra alguma coisa essas frases servem!

Fazendo um breve resumo, um belo dia acesso minha conta no Orkut e leio a seguinte frase:
“seja indispensável para alguém”.
Ah! Claro! Veio em super boa hora: eu estava “deprê”, cheia de conflitos toscos e sem vontade de fazer nada. Me sentindo uma inútil, em outras palavras. Tinha acabado de passar por um perrengue que, de certa forma, tinha a ver com “ser ou não indispensável”. Aí me vem mais essa!
Pff... Então comecei a pensar comigo mesma: ser indispensável depende de nós?

Sinceramente? Acredito que não. Porque por mais que possamos ser pacientes, amigos, companheiros... Por mais que dediquemos todo o nosso tempo a uma pessoa, por mais que provemos o quanto gostamos dela, mesmo assim não podemos garantir que seremos indispensáveis. Você é a melhor pessoa do mundo pra alguém e ela, em troca, um belo dia te apaga da memória. Culpa sua? Sei lá.

Refleti, refleti, refleti e concluí que não, não depende de nós. É claro que nós temos participação, e uma grande participação, mas não somos nós que assinamos o cheque no final das contas.
Se não depende de nós, então pra que gastar nosso precioso tempo dando a vida por alguém que um belo dia vai te virar as costas sem nem demonstrar que se importa?!

Eu mesma respondo: Por nós mesmos. Hoje percebo o quanto posso fazer bem pra alguém, mesmo que esse alguém simplesmente resolva se esquecer disso no futuro. O caso é que não podemos ser uma coisa para os outros e esperar que elas sejam a mesma coisa para nós. Seria ótimo, uma beleza! Tudo funcionaria muito bem, tudo aconteceria do jeito que quiséssemos. Só que há um pequeno detalhe que impede isso tudo: os outros são os outros, e não nós.

Finalizando (antes que – me avisem se isso já estiver acontecendo – eu comece a viajar demais...), por mais que você saiba que a outra pessoa pode não retribuir nem 0,0% do que você dá pra ela, não deixe de demonstrar afeto, não deixe de ajudar, não deixe de apoiá-la. O que não vale é ser submisso a alguém que te ofende e que te agride, seja verbal ou fisicamente. Por quê? Simples! Porque o que importa é que você saiba que é capaz de amar, de ajudar, de se arrepender e de fazer alguém feliz. Se esse alguém resolver se esquecer disso, quem sai perdendo é ele. Sai perdendo porque por mais que queira esquecer, não vai poder. Pode fingir, pode dizer que você nunca fez nada por ela, mas ali, no fundo, na memória, ele sabe que isso não será verdade.
É um jogo de escolhas:
Cabe a você escolher demonstrar ou não afeto; e cabe à outra pessoa escolher fazer desses momentos uma lembrança boa ou um tormento.

Memórias não se apagam (a não ser que você seja podre de rico e faça uma daquelas cirurgias loucas pra deletar metade do seu cérebro, mas isso não vem ao caso...).

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A profecia: Você, querido leitor, vai apanhar muito ainda pra entender o que estou dizendo. Eu também irei apanhar mais muitas vezes em muitos deslizes, e mais muita gente vai apanhar. Mas acredite: você vai entender.

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Concorda? Discorda? Então comente no guestbook, pois estamos sem um sistema de comentários eficiente no momento... :P Deixe de preguiça, é rapidinho!!

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Bem-vindos aos pensamentos insanos de uma aquariana de 20 anos, recentemente formada no Curso Técnico de Comunicação Visual.
Quem posta:A dona de uma gata branca, a menina com um pouco de astigmatismo, aquela que já não sabe mais o que fazer com o próprio cabelo. Aquela cheia de pintas pelo corpo, que tem uma mancha no olho direito e que não gosta que a chamem pelo nome verdadeiro. A que você certamente pode chamar de amiga; que não é tão bonita mas que garante ser sincera e fiel.
Os hobbies: desenhar, ler, escrever, escrever em diários, ouvir música, cantar em silêncio (muita desafinação pra sair cantando em voz alta), jogar Pump, sair com os amigos, usar o Orkut e o MSN (também sou gente!).
As atividades:Atualmente, não fazendo nenhum dos hobbies acima por falta de tempo. Trabalhando como vendedora na Água de Cheiro, amando o ambiente de trabalho mas detestando o horário puxado do shopping. Cursando o segundo módulo de Teatro no NAC Vila Leopoldina e ainda inconformada com o cancelamento do curso na universidade.
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